17 março 2010

Enferma de amor


E agora o que fazer com este coração que me parece querer fugir de dentro de mim?
Eu já não mais sobrevivo sem tua presença,
Sem o teu calor, sem teus olhos na direção dos meus (...)
Ficar sem coração, doar para ti?
Não sei se sobrevivo (...)
Suicídio lento e doloroso!
Rasga a alma, despe a lucidez.
Admito que a cada dia necessito-me embriagar de você!
Por enquanto em doses pequenas, porque assim a dor é menor
Caso contrario seria partir pra um suicídio da alma.
Não posso me perder, não neste momento
Dê-me um tempo para respirar
Fazer os meus sentidos voltar
Não se preocupe não perderei tempo ao decorrer do caminho com bobagens
O que existe de mais intenso resume-se em “nós dois”
Sei que consegues enxergar a minha alma,
Os meus desejos e anseios através dos meus olhos
É que nesse momento encontro-me num abismo perdida
Entre o desejo e a escuridão
Encontro-me enferma de amor

(L.D. & P.C.)


Um comentário:

  1. Oieeee ...

    Nao tenho mto a dizer,
    Mas leia esse trecho do meu poema.

    Dói em ver ti assim,
    Não poder dar essa parte de mim
    Por tanto tempo.
    Se quer conforto.
    E quando se acha que é certo,
    É só o começo
    De um sentimento ainda incompleto.

    Vá, mas não me deixe,
    Estarei atrás,
    Vendo a ti caminhar à frente.
    Se houver um dia,
    Precisar respirar um pouco a mais,
    Segure o fôlego,
    E simplesmente voe.
    Retira-me de ti,
    Não em dor
    Mas na mesma alegria que era,
    Enquanto eu era barco,
    E você aceano.

    Beijao.

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